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Filho do produtor
fonográfico João Araújo, da Som
Livre, cresceu ouvindo música,
principalmente brasileira. Nos anos 70 passou uma
temporada na Inglaterra, da qual voltou fã dos
ídolos do rock como Janis Joplin e Led Zeppelin.
Abandonou a faculdade depois de um mês de aulas
e passou a ter uma vida noturna de boêmia.
Depois de trabalhar algum tempo na gravadora Som
Livre, foi para os Estados Unidos. Voltou em 1980
e, através do cantor Leo Jaime, passou a ser
vocalista da banda de rock Barão Vermelho, que
se tornou rapidamente uma das maiores da década,
em parte graças às composições de Cazuza.
Desligou-se do Barão Vermelho em 1985 e partiu
para uma bem-sucedida carreira solo, com cinco
discos lançados em quatro anos. Em 1989
tornou-se o primeiro artista brasileiro a
divulgar que tinha Aids, colaborando para a
campanha de conscientização sobre a doença e
seus efeitos. Alguns de seus maiores sucessos
foram "Ideologia", "Brasil",
"Exagerado", "Burguesia" e
"Faz Parte do Meu Show" Após a sua
morte foi criada por sua mãe a Sociedade Viva
Cazuza, de apoio às crianças portadoras do
vírus HIV. Em 1990 foi lançado pela editora
Lumiar o Songbook Cazuza, e em 1997 Cássia Eller
gravou o CD "Veneno Antimonotonia", só
com músicas de Cazuza. Fonte: www.cliquemusic.com.br
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